| Domingo, 05 de setembro de 2010 - Hora: 7:56 |
Nossa posição sobre os Sindicatos
O objetivo teórico da existência dos sindicatos, é o de proteger o verdadeiro trabalhador brasileiro, aquele cidadão que é digno, honesto, decente e produtivo, que trabalha em alguma empresa e que, por algum motivo, possa ser vítima de alguma injustiça, exploração ou abuso por parte do empresário inescrupuloso, o que de fato existe.
Todavia não é isto que se verifica na realidade brasileira.
Os sindicatos nada mais são do que agremiações políticas, o principal interesse do sindicalista é a sua projeção política, ele faz de tudo para se apresentar como "bonzinho" para uma determinada classe, porque sabe que essa classe, geralmente composta por pessoas de racionalidade limitada, ou atrofiada, vai elegê-lo a algum cargo na próxima eleição, fazendo-o virar vereador, deputado, senador, prefeito, governador, etc... para fazer exatamente a mesma coisa que os políticos viciados historicamente fazem.
Na sua atividade sindical ele não tem bom senso e não sabe (ou não quer) diferenciar o que verdadeiramente é trabalhador brasileiro e o que é vagabundo brasileiro, que nada quer com trabalho, embora queira um emprego, mas vive absolutamente improdutivo, sem responsabilidades, sem eficiência, sem qualificação alguma, porém apenas preocupado com direitos, direitos e direitos.
O interesse do sindicalista é ser "bonzinho" para todos, para que possa obter o maior número possível de votos, no futuro.
A proposta do PVC, neste campo, por ser um partido de Vergonha na Cara, é o de criar inteligências que possibilitem incentivar, estimular, ajudar, apoiar, fazer crescer e defender o verdadeiro e autêntico trabalhador brasileiro, aquele que, além de conhecedor dos seus direitos, se preocupe, também, em saber sobre os seus deveres. Aquele que gosta do trabalho e não apenas do emprego, que tenha consciência da sua necessidade de produzir e que pauta a sua vida por princípios honestos e de dignidade.
É uma proposta que pretende ser extremamente rigorosa com o espertalhão, aquele que só quer saber do emprego, que só consegue enxergar direitos, que é capaz de sabotar a própria empresa onde trabalha, que costumeiramente apresenta atestados médicos fajutas para justificar faltas propositais e que, nos dias de hoje, ainda tem proteção de sindicatos e advogados para extorquirem as empresas naquilo que se chama justiça do trabalho.
Em síntese: Uma proposta que tem a inteligência de proteger os trabalhadores dignos e honestos e agir com rigor em relação aos vagabundos e espertalhões.